O invejoso sofre mais pelo que os outros tem, do que pelo que lhe falta.
É comum, sentir uma diferença no olhar do interlocutor quando lhe bate uma ponta de inveja.
É bom que se diga, que nem toda a inveja é ruim ou tem maldade.
Existe um tipo de inveja que demonstra admiração, satisfação, simpatia, pelo sucesso material, social ou intelectual que as pessoas conseguem e que se lhes diferencia de alguma forma. É motivo de satisfação invejar as pessoas inteligentes, bem sucedidas, elegantes e bonitas, o que de alguma forma pode ajudar que possamos vir a ser como elas, alcançando sucesso.
Existe no entanto uma inveja, que como se diz, mata. É aquela que está na popular frase: inveja de doer, ou inveja de matar.Essa inveja, ao invés de ser positiva, como a outra, destrói, amarga, incita a comentários pouco construtivos para não dizer maldosos, impiedosos e quase sempre mentirosos.
Essa inveja é um desvio de caráter e como tal, inaceitável no convívio entre amigos ou pessoas que querem se relacionar bem.
Como no caso do malandro, existe uma maneira de não ser prejudicado pelo invejoso.
É guardar distancia prudente e se possível for, suficiente para estar longe dos seus olhos e comentários.O sujeito que tem mania de que todos sentem inveja dele, é na verdade um invejoso.
Dizem, que a inveja transmite fluidos negativos e que podem prejudicar alguém.
Acredito que isso seja possível, na mesma medida em que é ruim andar com as pessoas que tem defeito de caráter, ficando bem difícil sermos de qualquer forma afetados quando guardamos distancia prudente desse e de qualquer tipo de mau caráter.
Além disso, está mais do que provado de que todo o bem ou mal que emanamos volta potencializado e é por isso que as pessoas invejosas quase sempre são mal sucedidas em uma ou todas as coisas importantes da vida.
Como sempre ouvimos, principalmente das pessoas mais experientes ou que nos querem bem, diz-me com quem andas e eu direi o que te espera.
O prêmio ou o castigo das pessoas é serem como elas são.
Marinho Guzman
http://www.artigonal.com/literatura1-artigos/o-invejoso-771541.html
Palavras, linhas ou textos... Não importa o assunto! De FILHOS a LIVROS, de CHICLETES a BILINGUISMO. Aqui é a MINHA coluna anônima, deu vontade, escrevo. Gostei, publico.:)
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quinta-feira, 28 de abril de 2011
domingo, 6 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
Não sei se incluiria o Bolsa-Família mas gostei da idéia.
![[pão+e+circo+3.gif]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwfXzP_PqPPLGQLKp_sHLk7bpiAIFuADtob86yfc7E_op12TZYwX6zPgjVnNiVw04t6dAugrQtv7-JMoIHDz4L3-Y1_PP56GZAZzwbYzdDGAwGlVcc0JVZb0zFibUWVDQDtrr5TxQj7pA/s1600/p%C3%A3o+e+circo+3.gif)
pão e circo circo e pão pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo circo e pão pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circopão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e
circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo pão e circo entendeu?Fonte: http://doceinutensilio.blogspot.com/2009_02_01_archive.html
terça-feira, 1 de março de 2011
Metro na China
REPITAM COMIGO: NÂO MAIS RECLAMAREI DO METRÔ DE SÃO PAULO!! Repetiu? Bom!
Lana.M kkkk
Lana.M kkkk
Cartaz infeliz da PCR libera uso de drogas no Carnaval
Só não pode se drogar se for dirigir, ok?
Vejam que título maluco desse cartaz da Prefeitura do Recife. Quiseram dizer que usar drogas pode, contanto que não dirija? Absurdo, não! Um sinal dos tempos, em que se pede que as pessoas consumam drogas com moderação? Não são coisas comparáveis, consumir álcool não é crime. Já drogas, sim...
Fonte: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/03/01/cartaz_infeliz_da_pcr_libera_uso_de_drogas_no_carnaval_so_nao_pode_dirigir_drogado_viu_93549.php
Vejam que título maluco desse cartaz da Prefeitura do Recife. Quiseram dizer que usar drogas pode, contanto que não dirija? Absurdo, não! Um sinal dos tempos, em que se pede que as pessoas consumam drogas com moderação? Não são coisas comparáveis, consumir álcool não é crime. Já drogas, sim...
Fonte: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/03/01/cartaz_infeliz_da_pcr_libera_uso_de_drogas_no_carnaval_so_nao_pode_dirigir_drogado_viu_93549.php
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
“O mundo é masculino e assim deve permanecer”
A lei Maria da Penha é um conjunto de regras diabólicas. Se essa lei vingar, a família estará em perigo. Ora, a desgraça humana começou no Éden: por causa da mulher. As armadilhas dessa lei absurda tornam o homem tolo, mole. O mundo é masculino e assim deve permanecer. No caso de impasse entre um casal, a posição do homem deve prevalecer até decisão da Justiça, já que o inverso não será do agrado da esposa.
Releia o parágrafo acima, mas agora entre aspas. O autor dessas palavras é o juiz mineiro Edílson Rumbelsperger Rodrigues. Ele disse exatamente tudo isso em sentença, em 2007, ao julgar homens acusados de agredir e ameaçar suas mulheres. A Lei Maria da Penha existe desde agosto de 2006. Ela aumenta o rigor a agressões domésticas. Seu nome é uma homenagem à biofarmacêutica Maria da Penha Maia. Após duas tentativas de assassinato pelo marido em 1983, ela ficou paraplégica. O marido, Marco Antonio Herredia, foi preso após 19 anos de julgamento e ficou só dois anos em regime fechado.
Em novembro do ano passado, o juiz Rodrigues foi suspenso por dois anos pelo Conselho Nacional da Justiça por suas “considerações preconceituosas e discriminatórias”. Na última terça-feira à noite, o ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, cancelou a punição. Defendeu a liberdade de pensamento dos magistrados. Para Marco Aurélio, a opinião de Rodrigues é “uma concepção individual” e “suas considerações são abstratas”. Segundo o ministro, não é preciso concordar com o juiz, mas a punição seria um exagero.
Na sexta-feira, tentei entrevistar Rodrigues. Por meio da assessoria da Associação dos Magistrados de Minas Gerais, ele informou que não vai falar sobre o assunto até o julgamento final do Supremo. Ditou uma nota aos assessores: “Meu pronunciamento pessoal seria mais prudente depois da decisão definitiva do STF, na qual evidentemente confiamos”. Rodrigues já conta com a solidariedade do ministro Marco Aurélio. Um sinal de que poderá ser definitivamente reabilitado.
Por muito tempo, Rodrigues sentiu-se perseguido. “Fui mal interpretado”, disse na ocasião, em 2007. Explicou que não ofendeu ninguém e, em sua sentença, citou até “o filósofo Jesus”. Mas admitiu achar a Lei Maria da Penha um “monstrengo tinhoso”, que leva a um “feminismo socialmente perigoso”. Segundo Rodrigues, alguns colegas concordam com ele, mas não têm coragem de dizer isso publicamente. Ele se considera um defensor do gênero feminino: “A mulher não suporta o homem emocionalmente frágil, pois é exatamente por ele que ela quer se sentir protegida”.
A frase do juiz língua solta nos leva a refletir sobre os limites da liberdade de expressão
O caso do juiz língua solta de Sete Lagoas, Minas Gerais, nos leva a refletir sobre os limites da liberdade de expressão. Podemos pensar o que der na telha. Falar é mais complicado. Especialmente quando ocupamos um cargo importante e representamos uma instituição. Mais delicado ainda é um juiz ter uma “concepção individual” que contrarie uma lei instituída. Digamos que, em casa, no domingão com a família, ou nos bares de Sete Lagoas, o cidadão Edílson desça o sarrafo na Lei Maria da Penha. Tudo bem. Mas usar sua convicção de superioridade masculina para julgar e proferir sentenças o torna pouco confiável para avaliar processos de agressão no lar. Ou não?
Gafes de pessoas públicas têm um preço. A presidenta Dilma repreendeu o general José Elito por ter declarado que os desaparecidos na ditadura militar são “um fato histórico”. O general foi obrigado a pedir desculpas. O papa Bento XVI repreendeu o bispo britânico Richard Williamson por negar o Holocausto. Williamson pediu perdão. A presidenta do Flamengo, Patricia Amorim, repreendeu o ex-goleiro Bruno por perguntar, em defesa de Adriano: “Qual de vocês, casado, nunca brigou ou até saiu na mão com a mulher?”. Bruno pediu desculpas. Ele está preso, acusado de agredir e fazer sumir a ex-amante e mãe de seu filho Bruninho.
Todos os acusados – juiz, general, bispo, goleiro – se disseram “mal interpretados”. Queria saber se o juiz Edílson Rodrigues repetiria tudo o que pensa diante de Dilma. Algo me diz que ela tem apreço pela Lei Maria da Penha e não acha o mundo masculino.
Ruth de Aquino
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca
J’ACCUSE !!! - Eu também acuso!
Gostei muito do texto. estava eu um dia desses a discutir o assunto com minha mãe, PHD em Educação, sobre a má interpretação e aplicação do construtivismo em nossas escolas. Eis que a motivação desse texto pode muito bem ser consequencia desse fato.
Leiam, choquem-se, comentem!
Lana.M
J’ACCUSE !!!
Tributo ao professor Kássio Vnícius Castro Gomes
Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice. (Meu dever é falar, não quero ser cúmplice.) Émile Zola
Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que... estudar!).
A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.
O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.
Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática.
No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”.
Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.” Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando...
E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.”
Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente...
Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”.
Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar. Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público.
A acusação penal ao autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:
EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;
EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos”e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;
EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;
EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;
EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;
EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;
EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;
EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;
EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;
EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;
EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito;
EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;
EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição;
EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;
EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;
Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos - clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia.
Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.
A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão.
Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci.
Portanto, você pode ser o próximo.”
Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.
Igor Pantuzza Wildmann , Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário.
Fonte: http://www.wildmannadv.com.br/artigos/artigo08.html
Leiam, choquem-se, comentem!
Lana.M
J’ACCUSE !!!
Tributo ao professor Kássio Vnícius Castro Gomes
Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice. (Meu dever é falar, não quero ser cúmplice.) Émile Zola
Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que... estudar!).
A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.
O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.
Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática.
No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”.
Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.” Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando...
E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.”
Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente...
Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”.
Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar. Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público.
A acusação penal ao autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:
EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;
EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos”e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;
EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;
EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;
EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;
EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;
EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;
EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;
EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;
EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;
EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito;
EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;
EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição;
EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;
EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;
Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos - clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia.
Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.
A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão.
Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci.
Portanto, você pode ser o próximo.”
Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.
Igor Pantuzza Wildmann , Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário.
Fonte: http://www.wildmannadv.com.br/artigos/artigo08.html
Membro da Comissão de Educação e Cultura da Câmara
O Deputado Federal Tiririca foi escolhido para ser membro da Comissão de Educação e Cultura da Câmara, cujo presidente é outro ilustre Deputado Federal, Sr. Romário. Somos um país de respeito e que SABE o valor do voto! Só xorandu!
Lana.M
É palhaço mamãe? Não filho, é deputado mesmo!
Máscaras de Tiririca fazem sucesso na 25 de Março
Em algumas lojas da região, em São Paulo, o estoque acabou.
Lojistas esperam 800 mil consumidores no sábado de carnaval.
Só no Brasil mesmo, não? Álém de eleger o ignorante (palavra usada aqui no sentido denotativo - TOTAL LEIGO; DESCONHECEDOR), nós ainda assumimos ter votado num palhaço e esgotamos a venda de máscaras PARA O CARNAVAL do deputado eleito. Isso é uma vergonha - como diria Bóris Casoi!
Agora me digam: Com que direito reclamamos de qualquer coisa no rumo de nossa política?
Pense.
Lana.M
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Einstein e a Escola
Não sejamos tão rigorosos com nossos filhos... se Einstein tinha problemas de fala aos 3, foi reprovado em Línguas Modernas e Botânica ao tentar ingressar na faculdade, tinha problemas de relacionamento na escola, não tinha paciência com as aulas particulares... Por quê esperar tudo isso de nossos filhos?
Ok, ok.. Nem todas as crianças são mini gênios... Mas cuidado...
Lana.M
Com três anos, Einstein tinha ainda dificuldades de fala, o que preocupou os pais; apesar disso, revelou-se um aluno brilhante.[3][4] A juventude de Einstein é solitária. As outras crianças chamam-lhe "Bruder Langweil" (irmão tédio) e "Biedermann" (mesquinho). Aos cinco anos de idade, Einstein recebe instrução de uma professora em casa. Sua instrução termina quando Einstein aborrecido arremesa uma cadeira sobre sua professora. Nesta altura, o seu pai mostra-lhe uma bússola de bolso; Einstein apercebeu-se de que algo fazia flutuar a agulha no espaço e descreveu mais tarde a "impressão profunda e duradoura" desta experiência.[5] Aos seis anos de idade, Einstein tem aulas de violino com Herr Schimied, que a princípio não lhe agradam, terminando por abandoná-las. Mas ao longo da sua vida tocar violino, e em particular as sonatas de Mozart, torna-se uma das suas actividades preferidas.
A 1 de Outubro de 1885, Einstein começa a frequentar uma escola primária Volksschule, escola católica em Munique (uma cidade fortemente conservadora que sempre permaneceu maioritariamente católica, apesar das simpatias iniciais por Lutero, bem cedo combatidas pelos Jesuítas). Os pais de Einstein, por não serem judeus praticantes, não se importaram que o filho frequentasse inclusive a catequese, que agradou bastante a Einstein.[6] Curiosamente Einstein desenvolve sozinho uma fervente fé judaica e passa a cumprir os rituais judeus incluindo o Shabat e a comida kosher. Einstein era aluno seguro e persistente, no entanto um pouco lento na resolução de problemas. Suas notas estavam entre as melhores da classe, e seu boletim era brilhante, segundo sua mãe Pauline. Durante esses anos obteve as mais altas notas em latim e em matemática.[carece de fontes?]
Uma lenda amplamente divulgada,[7] diz que Einstein teria sido reprovado em matemática quando era estudante, inclusive reproduzida no famoso Ripley's believe it or not! ("Acredite se quiser"). Entretanto quando lhe mostraram um recorte de jornal com esta questão, Einstein riu [carece de fontes?]. "Nunca fui reprovado em matemática", retrucou.[carece de fontes?] "Antes dos quinze anos, já dominava cálculo diferencial e integral" [carece de fontes?].
Aos dez anos, Albert conhece Max Talmud, um jovem estudante de medicina que costuma jantar com a família Einstein. Max foi uma influência importantíssima na vida de Albert porque o introduziu, apesar da sua tenra idade, à leitura de importantes obras científicas e filosóficas, como por exemplo Os Elementos de Euclides ou a Crítica da Razão Pura de Kant. Em consequência dos seus estudos sobre ciência, Einstein abandona completamente a fé judaica aos doze anos.[carece de fontes?]
Einstein estudou cálculo diferencial e integral dos doze (idade em que ganhou de seu tio um livrinho de geometria euclidiana) aos dezesseis anos de idade. Mais tarde frequentou o Luitpold Gymnasium (equivalente à escola secundária) em Munique até aos quinze anos. Este período para Einstein foi de intensa religiosidade, motivada pela escola. O seu pai pretendia que Einstein estudasse engenharia eléctrica, mas este incompatibilizou-se com as autoridades e o regime escolar. Descreveria mais tarde como o pensamento criativo e a aprendizagem eram perdidos com a utilização de aprendizagem por memorização.[carece de fontes?]
Entretanto, os negócios do pai de Einstein começam a correr pior do que se esperava. Há uma grande concentração da indústria do sector eléctrico. Como é típico com os mercados tecnológicos, após o período de grandes números de empresas pequenas e inovadoras, há um ciclo de reestruturações e concentração. Hermann Einstein vê-se obrigado a largar o controle da sua empresa de Munique. A firma é comprada em 1894 pela AEG (Allgemeine Elektrizitätsgesellschaft). Poucos anos depois, em 1910, existiriam apenas duas grandes empresas no sector: Siemens & Halske e a AEG.[carece de fontes?]
O jovem Albert Einstein (tem quinze anos) permanece em Munique por mais uns meses ao cuidado de familiares, a fim de terminar o ano letivo. Einstein porém fica deprimido por sentir-se só e parte para junto de sua família na Itália. Einstein escreveu neste período o seu primeiro trabalho científico: "A Investigação do Estado do Éter em Campos Magnéticos".[8]
Em 1896, Einstein (com dezessete anos de idade) renuncia à cidadania alemã com o intuito de assim evitar o serviço militar alemão. [carece de fontes?]
Cursou o ensino superior na Suíça, na ETH Zürich, onde mais tarde foi docente. Concluiu a graduação em Física em 1900.[11] Também em 1900, conheceu Michele Besso, que o apresentou às obras de Ernst Mach. No ano seguinte, publicou um artigo sobre forças capilares no Annalen der Physik,[12] uma das mais prestigiadas publicações científicas em Física.
Pede então a naturalização suíça, que receberia a 21 de Fevereiro de 1901. Pagou os vinte francos suíços que o seu passaporte custou (uma quantia considerável) com as suas próprias poupanças. Nunca deixaria de ser cidadão suíço.[13] Nas inúmeras viagens que faria no futuro, Einstein usaria o seu passaporte suíço.
A 6 de Janeiro de 1903 casou-se com Mileva Marić, sem a presença dos pais da noiva. Albert e Mileva tiveram três filhos: Lieserl Einstein, Hans Albert Einstein e Eduard Einstein. A primeira, presume-se que tenha morrido ainda bebé ou que tenha sido dada para adoção, o do meio tornou-se um importante professor de Hidráulica na Universidade da Califórnia e o mais jovem, formado em Música e Literatura, morreu num hospital psiquiátrico suíço.[
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein
Ok, ok.. Nem todas as crianças são mini gênios... Mas cuidado...
Lana.M
Com três anos, Einstein tinha ainda dificuldades de fala, o que preocupou os pais; apesar disso, revelou-se um aluno brilhante.[3][4] A juventude de Einstein é solitária. As outras crianças chamam-lhe "Bruder Langweil" (irmão tédio) e "Biedermann" (mesquinho). Aos cinco anos de idade, Einstein recebe instrução de uma professora em casa. Sua instrução termina quando Einstein aborrecido arremesa uma cadeira sobre sua professora. Nesta altura, o seu pai mostra-lhe uma bússola de bolso; Einstein apercebeu-se de que algo fazia flutuar a agulha no espaço e descreveu mais tarde a "impressão profunda e duradoura" desta experiência.[5] Aos seis anos de idade, Einstein tem aulas de violino com Herr Schimied, que a princípio não lhe agradam, terminando por abandoná-las. Mas ao longo da sua vida tocar violino, e em particular as sonatas de Mozart, torna-se uma das suas actividades preferidas.
A 1 de Outubro de 1885, Einstein começa a frequentar uma escola primária Volksschule, escola católica em Munique (uma cidade fortemente conservadora que sempre permaneceu maioritariamente católica, apesar das simpatias iniciais por Lutero, bem cedo combatidas pelos Jesuítas). Os pais de Einstein, por não serem judeus praticantes, não se importaram que o filho frequentasse inclusive a catequese, que agradou bastante a Einstein.[6] Curiosamente Einstein desenvolve sozinho uma fervente fé judaica e passa a cumprir os rituais judeus incluindo o Shabat e a comida kosher. Einstein era aluno seguro e persistente, no entanto um pouco lento na resolução de problemas. Suas notas estavam entre as melhores da classe, e seu boletim era brilhante, segundo sua mãe Pauline. Durante esses anos obteve as mais altas notas em latim e em matemática.[carece de fontes?]
Uma lenda amplamente divulgada,[7] diz que Einstein teria sido reprovado em matemática quando era estudante, inclusive reproduzida no famoso Ripley's believe it or not! ("Acredite se quiser"). Entretanto quando lhe mostraram um recorte de jornal com esta questão, Einstein riu [carece de fontes?]. "Nunca fui reprovado em matemática", retrucou.[carece de fontes?] "Antes dos quinze anos, já dominava cálculo diferencial e integral" [carece de fontes?].
Aos dez anos, Albert conhece Max Talmud, um jovem estudante de medicina que costuma jantar com a família Einstein. Max foi uma influência importantíssima na vida de Albert porque o introduziu, apesar da sua tenra idade, à leitura de importantes obras científicas e filosóficas, como por exemplo Os Elementos de Euclides ou a Crítica da Razão Pura de Kant. Em consequência dos seus estudos sobre ciência, Einstein abandona completamente a fé judaica aos doze anos.[carece de fontes?]
Einstein estudou cálculo diferencial e integral dos doze (idade em que ganhou de seu tio um livrinho de geometria euclidiana) aos dezesseis anos de idade. Mais tarde frequentou o Luitpold Gymnasium (equivalente à escola secundária) em Munique até aos quinze anos. Este período para Einstein foi de intensa religiosidade, motivada pela escola. O seu pai pretendia que Einstein estudasse engenharia eléctrica, mas este incompatibilizou-se com as autoridades e o regime escolar. Descreveria mais tarde como o pensamento criativo e a aprendizagem eram perdidos com a utilização de aprendizagem por memorização.[carece de fontes?]
Entretanto, os negócios do pai de Einstein começam a correr pior do que se esperava. Há uma grande concentração da indústria do sector eléctrico. Como é típico com os mercados tecnológicos, após o período de grandes números de empresas pequenas e inovadoras, há um ciclo de reestruturações e concentração. Hermann Einstein vê-se obrigado a largar o controle da sua empresa de Munique. A firma é comprada em 1894 pela AEG (Allgemeine Elektrizitätsgesellschaft). Poucos anos depois, em 1910, existiriam apenas duas grandes empresas no sector: Siemens & Halske e a AEG.[carece de fontes?]
[editar] Itália
Em 1894 Hermann Einstein muda-se com a família para Itália, primeiro para Milão e, alguns meses mais tarde, para Pavia. Ele tencionava abrir ali um novo negócio no setor elétrico com o dinheiro de que dispunha, uma ideia que acabaria por levá-lo à falência.[carece de fontes?]O jovem Albert Einstein (tem quinze anos) permanece em Munique por mais uns meses ao cuidado de familiares, a fim de terminar o ano letivo. Einstein porém fica deprimido por sentir-se só e parte para junto de sua família na Itália. Einstein escreveu neste período o seu primeiro trabalho científico: "A Investigação do Estado do Éter em Campos Magnéticos".[8]
[editar] Suíça
Em 1895, decide entrar na universidade antes de terminar o ensino secundário. Com esse objectivo fez exames de admissão à ETH Zürich (Eidgenössische Technische Hochschule, Universidade Federal Suíça em Zurique), mas é reprovado na parte de humanidades dos exames.[9] Einstein descreveu que foi nesse mesmo ano, aos dezesseis anos de idade, que realizou a sua primeira experiência mental, visualizando uma viagem lado a lado com um feixe de luz.[10] Foi então enviado para a cidade de Aarau no cantão suíço de Argóvia para terminar a escola secundária, onde estudou a teoria electromagnética de Maxwell. Em 1896 recebe o seu diploma.Em 1896, Einstein (com dezessete anos de idade) renuncia à cidadania alemã com o intuito de assim evitar o serviço militar alemão. [carece de fontes?]
Cursou o ensino superior na Suíça, na ETH Zürich, onde mais tarde foi docente. Concluiu a graduação em Física em 1900.[11] Também em 1900, conheceu Michele Besso, que o apresentou às obras de Ernst Mach. No ano seguinte, publicou um artigo sobre forças capilares no Annalen der Physik,[12] uma das mais prestigiadas publicações científicas em Física.
Pede então a naturalização suíça, que receberia a 21 de Fevereiro de 1901. Pagou os vinte francos suíços que o seu passaporte custou (uma quantia considerável) com as suas próprias poupanças. Nunca deixaria de ser cidadão suíço.[13] Nas inúmeras viagens que faria no futuro, Einstein usaria o seu passaporte suíço.
A 6 de Janeiro de 1903 casou-se com Mileva Marić, sem a presença dos pais da noiva. Albert e Mileva tiveram três filhos: Lieserl Einstein, Hans Albert Einstein e Eduard Einstein. A primeira, presume-se que tenha morrido ainda bebé ou que tenha sido dada para adoção, o do meio tornou-se um importante professor de Hidráulica na Universidade da Califórnia e o mais jovem, formado em Música e Literatura, morreu num hospital psiquiátrico suíço.[
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein
Murphy´s Laws - The Origin / Origem das Leis de Murphy
Olá pessoal! Através do blog de uma amiga (http://foryoualwaysonawednesday.blogspot.com) cheguei a este site das LEIS DE MURPHY.. Adorei!
Segue abaixo a origem das LEIS DE MURPHY:
Lana.M
Anything that can go wrong will go wrong.
It is impossible to make anything foolproof because fools are so ingenious.
Left to themselves, things tend to go from bad to worse.
Nothing is as easy as it looks.
Everything takes longer than you think.
Everything takes longer than it takes.
If anything simply cannot go wrong, it will anyway.
Whenever you set out to do something, something else must be done first.
Every solution breeds new problems.
The legibility of a copy is inversely proportional to its importance.
no matter how perfect things are made to appear, Murphy's law will take effect and screw it up.
Algumas das minhas favoritas:
Segue abaixo a origem das LEIS DE MURPHY:
Lana.M
Murphy's laws origin
The following article was excerpted from The Desert Wings
March 3, 1978
Murphy's Law ("If anything can go wrong, it will") was born at Edwards Air Force Base in 1949 at North Base.
It was named after Capt. Edward A. Murphy, an engineer working on Air Force Project MX981, (a project) designed to see how much sudden deceleration a person can stand in a crash.
One day, after finding that a transducer was wired wrong, he cursed the technician responsible and said, "If there is any way to do it wrong, he'll find it."
The contractor's project manager kept a list of "laws" and added this one, which he called Murphy's Law.
Actually, what he did was take an old law that had been around for years in a more basic form and give it a name.
Shortly afterwards, the Air Force doctor (Dr. John Paul Stapp) who rode a sled on the deceleration track to a stop, pulling 40 Gs, gave a press conference. He said that their good safety record on the project was due to a firm belief in Murphy's Law and in the necessity to try and circumvent it. Aerospace manufacturers picked it up and used it widely in their ads during the next few months, and soon it was being quoted in many news and magazine articles. Murphy's Law was born.
The Northrop project manager, George E. Nichols, had a few laws of his own. Nichols' Fourth Law says, "Avoid any action with an unacceptable outcome."
The doctor, well-known Col. John P. Stapp, had a paradox: Stapp's Ironical Paradox, which says, "The universal aptitude for ineptitude makes any human accomplishment an incredible miracle."
Nichols is still around. At NASA's Jet Propulsion Lab in Pasadena, he's the quality control manager for the Viking project to send an unmanned spacecraft to Mars.
Algumas das minhas favoritas:
Nada a Declarar
Gente, muito bom o vídeo.. Tirem um tempinho e declarem aqui em meu blog suas opiniões.. :)
Amo ouvir pessoas eloquentes que conseguem expressar em poucas palavras os meus próprios sentimentos! Sou uma cínica, e voce?
Lana.M
Amo ouvir pessoas eloquentes que conseguem expressar em poucas palavras os meus próprios sentimentos! Sou uma cínica, e voce?
Lana.M
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
A Alimentação definitivamente é um hábito Cultural!
Comidas exóticas, estranhas...

Hakarl: Tubarão fermentado irlandês
Kanikko: Caranguejos Cristalizados
Casu Frazigu: Larvas de Queijo italiano
Escamomes: Ovos de Formiga
Bolas de Lula

Chocolate de Alho

Carne de porco com pele
Grilos no Palito
Balut é um ovo de pato fecundado, com um feto parcialmente formado dentro. Para comer, primeiro abre-se a concha e bebe-se o líquido. Em seguida, o feto é temperado com sal e pimenta e comido cru. São encontrados nas Filipinas e em outras partes do Sudeste Asiático.
Hakarl: Tubarão fermentado irlandês
Popular na Islândia, o Hákarl passa por um processo de fermentação especial e é colocado para secar entre 4 e 5 meses. É geralmente servido em cubos.
Kanikko: Caranguejos Cristalizados
É um lanche japonês com gosto de peixe, porém doce.
Casu Frazigu: Larvas de Queijo italiano
Durante o processo de envelhecimento de um queijo, uma mosca deposita seus ovos. Quandos as larvas nascem, elas se movem pelo queijo excretando enzimas que lhe dão um cheiro podre e uma textura suave e cremosa. O queijo é servido em casamento e reuniões de família.
Escamomes: Ovos de Formiga
São feitas dos ovos de formigas pretas e seu sabor é parecido com o de milho.
Bolas de Lula
Um lanche chinês - Peixe selvagem seco
Lanche salgado feito na China para ser distribuído na Rússia. Direcionado às crianças.
Se você mora em Beijing ou em Bangkok, por exemplo, você pode gostar de grilos. Ou talvez você prefira filhotes de pardais, ratos, cobras, ou talvez uma tigela de sopa deliciosa de escorpião?
Chocolate de Alho
Alho fermentado, coberto com chocolate e polvilhado com cacau em pó.
Esse torresminho é vendido em sacos tipo os de pipoca para microondas e pode ser comido ainda morno.
Carne de porco com pele
Grilos no Palito
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Politicamete Correto
O CRAVO NÃO BRIGOU COM A ROSA
Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto. Soube dia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantam mais "O cravo brigou com a rosa". A explicação da professora do filho de um camarada foi comovente: a briga entre o cravo - o homem - e a rosa - a mulher - estimula a violência entre os casais. Na nova letra "o cravo encontrou a rosa/ debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e a rosa ficou encantada".
Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha. Será que esses doidos sabem que "O cravo brigou com a rosa" faz parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro?
É Villa Lobos, cacete! Outra música infantil que mudou de letra foi "Samba Lelê". Na versão da minha infância o negócio era o seguinte: 'Samba Lelê tá doente/ Tá com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas'. A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a menina Lelê. A tia do maternal agora ensina assim: 'Samba Lelê tá doente/ Com uma febre malvada/ Assim que a febre passar/ A Lelê vai estudar'.
Se eu fosse a Lelê, com uma versão dessas, torcia para febre não passar nunca. Os amigos sabem de quem é "Samba Lelê"? Villa Lobos de novo. Podiam até registrar a parceria. Ficaria assim: "Samba Lelê", de Heitor Villa Lobos e Tia Nilda, do Jardim Escola Criança Feliz.
Comunico também que não se pode mais atirar o pau no gato, já que a música desperta nas crianças o desejo de maltratar os bichinhos. Quem entra na roda dança, nos dias atuais, não pode mais ter sete namorados para se casar com um. Sete namorados é coisa de menina fácil. Ninguém mais é pobre ou rico de marré-de-si, para não despertar na garotada o sentido da desigualdade social entre os homens.
Dia desses alguém [não me lembro exatamente quem se saiu com essa e não procurei a referência no meu babalorixá virtual, Pai Google da Aruanda] foi espinafrado porque disse que ecologia era, nos anos setenta, coisa de viado. Qual é o problema da frase? Ecologia, de fato, era vista como coisa de viado. Eu imagino se meu avô, com a alma de cangaceiro que possuía, soubesse, em mil novecentos e setenta e poucos, que algum filho estava militando na causa da preservação do mico leão dourado, em defesa das bromélias ou coisa que o valha. 'Bicha louca', diria o velho.
Vivemos tempos de 'não me toques que eu magôo'. Quer dizer que ninguém mais pode usar a expressão 'coisa de viado' ? Que me desculpem os paladinos da cartilha da correção, mas isso é uma tremenda babaquice. O politicamente correto é a sepultura do bom humor, da criatividade, da boa sacanagem. A expressão 'coisa de viado' não é, nem a pau (sem duplo sentido), ofensa a bicha alguma.
Daqui a pouco só chamaremos o anão - o popular 'pintor de roda-pé' ou 'leão de chácara de baile infantil' - de deficiente vertical. O crioulo - vulgo 'picolé de asfalto' ou 'bola sete' (depende do peso) - só pode ser chamado de afrodescendente. O branquelo - o famoso 'branco azedo' ou 'Omo total' - é um cidadão caucasiano desprovido de pigmentação mais evidente. A mulher feia - aquela que nasceu pelo avesso, a 'soldado do quinto batalhão de artilharia pesada', também conhecida como 'o rascunho do mapa do inferno' - é apenas a dona de um padrão divergente dos preceitos estéticos da contemporaneidade. O gordo - outrora conhecido como 'rolha de poço', 'chupeta do Vesúvio', 'Orca, baleia assassina' e 'bujão' - é o cidadão que está fora do peso ideal. O magricela não pode ser chamado de 'morto de fome', 'pau de virar tripa' e 'Olívia Palito'. O careca não é mais o 'aeroporto de mosquito', 'tobogã de piolho' e 'pouca telha'.
Nas aulas sobre o barroco mineiro, não poderei mais citar o Aleijadinho. Direi o seguinte: o escultor Antônio Francisco Lisboa tinha necessidades especiais... Não dá. O politicamente correto também gera a morte do apelido, essa tradição fabulosa do Brasil.
O recente Estatuto do Torcedor quer, com os olhos gordos na Copa e 2014, disciplinar as manifestações das torcidas de futebol. Ao invés de mandar o juiz para 'putaqueopariu' e o centroavante 'pereba' 'tomar no olho do cú', cantaremos nas arquibancadas o allegro da Nona Sinfonia de Beethoven, entremeado pelo coro de 'Jesus, alegria dos homens', do velho Bach.
Falei em velho Bach e me lembrei de outra. A velhice não existe mais. O sujeito cheio de pelancas, doente, acabado, o famoso 'pé na cova', aquele que 'dobrou o Cabo da Boa Esperança', o 'cliente do seguro funeral', o popular 'tá mais pra lá do que pra cá', já tem motivos para sorrir na beira da sepultura. A velhice agora é simplesmente a "melhor idade".
Se Deus quiser morreremos todos, gozando da mais perfeita saúde. Defuntos? Não. Seremos os 'inquilinos do condomínio Cidade-do-Pé-Junto'.
Luiz Antonio Simas
Luiz Antonio Simas
Onde foi que perdemos a mão?
Onde foi que perdemos a mão?
Notícias de crimes praticados por adolescentes criados com os melhores recursos e intenções tiram o sono de pais e educadores. Por quê? Onde foi que erramos?
Sem menosprezar as condições sociais que colaboram para o fenômeno, vamos concentrar nossa análise aos comportamentos que, dentro da família, colaboram para a banalização da agressividade e da transgressão.
1. A pedagogia do tapa é amplamente utilizada: recorre-se à força física para punir ou coagir - nem que seja "aquele tapinha bem dado, que vale mais do que mil palavras". Independentemente da intensidade, um adulto que dá um tapa numa criança ensina que a violência é uma forma legítima de resolver um problema.
2. Os pais lidam com os filhos agressivos de maneira ambígua, confundindo violência com capacidade de liderança: a criança rebelde "sabe o que quer", "tem personalidade". Essa atitude reflete admiração (até certa dose de inveja) por esse filho brigão, que não se deixa dominar.
3. Os valores morais são abstratos, mas sua transmissão se dá na concretude da convivência cotidiana, por meio da assimilação de gestos e atitudes. E aí os jovens convivem com atitudes que desmentem nossos prolíxos sermões sobre a importância da disciplina e do respeito pelo próximo, como brincadeiras sarcásticas e transgressões (os pais passam pelo acostamento quando a estrada está congestionada, param em fila dupla na frente da escola, desrespeitam a faixa de pedestres: professores utilizam vídeos e discos pirateados).
4. Os pais (e as mães!) lidam com as frustrações dos filhos como se fossem erros ou desvios de rota, e não parte do desenvolvimento. Essa postura faz com que as crianças tenham baixa tolerância à não-satisfação imediata dos desejos.
1. Os videogames fazem a criança esquecer que, num jogo, é fundamental levar em conta os sentimentos de todos os envolvidos; quando alguns se divertem enquanto outros estão assustados ou constrangidos, saímos do domínio do lúdico para entrar no universo da violência.
2. Frases do tipo: "Aproveite a vida agora, porque depois..."; "Esses são os melhores anos de sua vida!"; "Se eu tivesse a sua idade..." sabotam os programas de prevenção, seja, do uso de drogas, sejam de doenças sexualmente transmissíveis. Por que o jovem renunciaria a um prazer imediato para chegar saudável a um futuro sem atrativos?
Transmitimos reiteradamente aos nossos jovens a mensagem de que não vale a pena ingressar no mundo adulto, feito apenas de obrigações e encargos; o trabalho é apresentado como um fardo intolerável, a relação conjugal é ridicularizada por ser enfadonha, os filhos parecem representar apenas um fator de desgaste. Diante da figura acabrunhada do pai que volta do trabalho, diante dos resmungos da mãe que se queixas da injustiça de sua jornada dupla, como esperar que o adolescente respeite os critérios de escolha desses adultos infelizes?
No entanto, essa imagem é mentirosa. O trabalho não é só um fardo, é também um espaço de desafios e descobertas, de satisfação e realização pessoal; a experiência da maternidade e da paternidade traz um sopro renovador para a vida do casal; o vínculo conjugal não é necessariamente um grilhão que tolhe a liberdade e impede o vôo; é muitas vezes o porto seguro onde as energias são carregadas para que o vôo se faça com maior segurança.
De onde vem nosso pudor de reafirmar nossas escolhas e confessar nosso compromisso com a ternura? Se fôssemos menos hipócritas, poderíamos olhar mais de perto para o que caracteriza a cultura jovem. Talvez, então, oferecêssemos canais mais adequados para a elaboração da rebeldia dos adolescentes.
Lidia R. Aratangy, terapeuta de casais, escritora, autora de Tesouros da Juventude, entre outros livros. (Texto retirado da Revista VIVER, Ano VIII, setembro de 2000, nº 92. pág. 33)
domingo, 30 de janeiro de 2011
Paradoxos da Vida.
PARADOXOS
5. Paradoxo da Tecnologia: “A tecnologia, aproxima-nos de quem está longe e afasta-nos de quem está perto” (Michele Norsa).
9. Paradoxo da Generosidade: “É dando que recebemos”
10. Paradoxo do Conhecimento: “Quanto mais O homem sabe mais sabe que menos sabe.
11. Paradoxo do Humor: “O riso é uma coisa séria demais” (Groucho Marx).
12. Paradoxo do Silêncio: “O silêncio, é o grito mais alto” (Schopenhauer).
13. Paradoxo da Riqueza: “Rico, não é quem mais tem, mas sim quem menos precisa”.
14. Paradoxo do Amor: “Quem mais ama menos depende de ser amado para ser feliz”.(São Francisco).
15. Paradoxo do Prazer: “Sofremos demais pelo pouco que não temos, e alegramo-nos pouco com o muito que possuímos”. (Shakespeare).
1. Paradoxo dos Sentimentos (e da Lógica): “O coração tem razões, que a própria razão desconhece” (Pascal).
2. Paradoxo da Cegueira: “O essencial é invisível aos olhos porque é para ser visto com o coração” (A. de Saint-Exupéry).
3. Paradoxo da Ajuda: “Se precisas que alguém te faça um trabalho, pede a quem já estiver ocupado; quem estiver sem fazer nada, vai dizer-te que não tem tempo”.
4. Paradoxo do Tempo: “Se tens pressa vá devagar!”.
5. Paradoxo da Tecnologia: “A tecnologia, aproxima-nos de quem está longe e afasta-nos de quem está perto” (Michele Norsa).
6. Paradoxo da Inteligência: “Não chega primeiro quem vai mais depressa, mas sim quem sabe onde vai” (Seneca).
7. Paradoxo da Felicidade: “Quando, objetivamente , estamos melhor que nunca, subjetivamente ,sentimo-nos profundamente insatisfeitos” (José Antonio Marina).
8. Paradoxo da Sabedoria: “Quem sabe muito, ouve; quem sabe pouco, fala. Quem sabe muito, pergunta; quem sabe pouco, opina”.
9. Paradoxo da Generosidade: “É dando que recebemos”
10. Paradoxo do Conhecimento: “Quanto mais O homem sabe mais sabe que menos sabe.
11. Paradoxo do Humor: “O riso é uma coisa séria demais” (Groucho Marx).
12. Paradoxo do Silêncio: “O silêncio, é o grito mais alto” (Schopenhauer).
13. Paradoxo da Riqueza: “Rico, não é quem mais tem, mas sim quem menos precisa”.
14. Paradoxo do Amor: “Quem mais ama menos depende de ser amado para ser feliz”.(São Francisco).
15. Paradoxo do Prazer: “Sofremos demais pelo pouco que não temos, e alegramo-nos pouco com o muito que possuímos”. (Shakespeare).
Estaria sendo bom estar fazendo isso um dia... A Nossa Vingança!
Toca o telefone...
- Alô.
- Alô, poderia falar com o responsável pela linha?
- Pois não, pode ser comigo mesmo.
- Quem fala, por favor?
- Edson.
- Sr. Edson, aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção OI linha adicional, onde o Sr. tem direito...
- Desculpe interromper, mas quem está falando?
- Aqui é a Roselaine, da OI, e estamos ligando...
- Roselaine, me desculpe, mas para nossa segurança, gostaria de conferir alguns dados antes de continuar a conversa, pode ser?
- Bem, pode..
- De que telefone você fala? Meu bina não identificou.
- 10331.
- Você trabalha em que área, na OI?
- Telemarketing Pro Ativo.
- Você tem número de matrícula na OI?
- Senhor, desculpe, mas não creio que essa informação seja necessária.
- Então terei que desligar, pois não posso ter segurança que falo com uma funcionária da OI. São normas de nossa casa.
- Mas posso garantir....
- Além do mais, sou obrigado a fornecer meus dados a uma legião de atendentes sempre que tento falar com a OI.
- Ok. Minha matrícula é 34591212.
- Só um momento enquanto verifico...
(Dois minutos depois)
- Só mais um momento.
(Cinco minutos depois)
- Senhor?
- Só mais um momento, por favor, nossos sistemas estão lentos hoje.
- Mas, senhor...
- Pronto, Roselaine, obrigado por ter aguardado. Qual é o assunto?
- Aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção, onde o Sr. tem direito a uma linha adicional. O senhor está interessado, Sr. Edson?
- Roselaine, vou ter que transferir você para a minha esposa, porque é ela que decide sobre alteração e aquisição de planos de telefones.
- Mas, senhor...
- Por favor, não desligue, pois essa ligação é muito importante para mim.
(coloco o telefone em frente ao aparelho de som, deixo a música Festa no Apê do Latino tocando no Repeat - quem disse que um dia essa droga não iria servir para alguma coisa?), Depois de tocar a porcaria toda da música, minha mulher atende:
- Obrigado por ter aguardado.... pode me dizer seu telefone pois meu bina não identificou...
- 10331.
- Com quem estou falando, por favor.
- Roselaine...
- Roselaine de quê?
- Roselaine Oliveira! - já demonstrando certa irritação na voz.
- Qual sua identificação na empresa?
- 34591212!!! - mais irritada agora!
- Obrigada pelas suas informações, em que posso ajudá-la?
- Aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção, onde a Sra. tem direito a uma linha adicional. A senhora está interessada?
- Vou abrir um chamado e em alguns dias entraremos em contato para dar um parecer. Pode anotar o protocolo por favor... alô, alô?TUTUTUTUTUTUTUTUTU...- Desligou! Nossa, que moça impaciente!
- Alô, poderia falar com o responsável pela linha?
- Pois não, pode ser comigo mesmo.
- Quem fala, por favor?
- Edson.
- Sr. Edson, aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção OI linha adicional, onde o Sr. tem direito...
- Desculpe interromper, mas quem está falando?
- Aqui é a Roselaine, da OI, e estamos ligando...
- Roselaine, me desculpe, mas para nossa segurança, gostaria de conferir alguns dados antes de continuar a conversa, pode ser?
- Bem, pode..
- De que telefone você fala? Meu bina não identificou.
- 10331.
- Você trabalha em que área, na OI?
- Telemarketing Pro Ativo.
- Você tem número de matrícula na OI?
- Senhor, desculpe, mas não creio que essa informação seja necessária.
- Então terei que desligar, pois não posso ter segurança que falo com uma funcionária da OI. São normas de nossa casa.
- Mas posso garantir....
- Além do mais, sou obrigado a fornecer meus dados a uma legião de atendentes sempre que tento falar com a OI.
- Ok. Minha matrícula é 34591212.
- Só um momento enquanto verifico...
(Dois minutos depois)
- Só mais um momento.
(Cinco minutos depois)
- Senhor?
- Só mais um momento, por favor, nossos sistemas estão lentos hoje.
- Mas, senhor...
- Pronto, Roselaine, obrigado por ter aguardado. Qual é o assunto?
- Aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção, onde o Sr. tem direito a uma linha adicional. O senhor está interessado, Sr. Edson?
- Roselaine, vou ter que transferir você para a minha esposa, porque é ela que decide sobre alteração e aquisição de planos de telefones.
- Mas, senhor...
- Por favor, não desligue, pois essa ligação é muito importante para mim.
(coloco o telefone em frente ao aparelho de som, deixo a música Festa no Apê do Latino tocando no Repeat - quem disse que um dia essa droga não iria servir para alguma coisa?), Depois de tocar a porcaria toda da música, minha mulher atende:
- Obrigado por ter aguardado.... pode me dizer seu telefone pois meu bina não identificou...
- 10331.
- Com quem estou falando, por favor.
- Roselaine...
- Roselaine de quê?
- Roselaine Oliveira! - já demonstrando certa irritação na voz.
- Qual sua identificação na empresa?
- 34591212!!! - mais irritada agora!
- Obrigada pelas suas informações, em que posso ajudá-la?
- Aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção, onde a Sra. tem direito a uma linha adicional. A senhora está interessada?
- Vou abrir um chamado e em alguns dias entraremos em contato para dar um parecer. Pode anotar o protocolo por favor... alô, alô?TUTUTUTUTUTUTUTUTU...- Desligou! Nossa, que moça impaciente!
Escrito por W.Gasperi
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Lana M.
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