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terça-feira, 3 de maio de 2011

Sou uma adulta mal-comportada e de quem é a culpa? kkk

























‎"E agora pedem pra eu me comportar???
Desde pequena via o Tarzan andar pelado...
Cinderela saía da balada à meia noite...
Pinochio mentia...
Aladim e Robin Hood eram ladrões...
Batman dirigia a 320 km/h...
Bela Adormecida era uma vagal...
Branca de Neve morava com 7 homens e o Popeye fumava grama!!! Tarde demais!!!"

Dear Parents. Jasmine was in a relationship with a dirty homeless boy named Aladdin. Snow White lived alone with 7 men. Pinnochio was a liar. Robin Hood was a thief. Tarzan walked around without clothes on. A stranger kissed sleeping beauty and she married him. Cinderella lied and snuck out at night to attend a party. You can"t blame us. We were taught to rebel since a young age..

domingo, 13 de março de 2011

A auto-estima de nossos filhos

Uma semana depois de minha esposa e eu decidirmos começar uma família, entramos numa livraria e compramos dois livros sobre como educar filhos. Por uma série de razões os dois filhos só nasceram seis anos depois e acabamos lendo não dois, mas 36 livros. Se dependesse de teoria, estávamos preparados. Hoje eles estão crescidos e um amigo me perguntou que livros nós havíamos utilizado mais. Foi uma boa pergunta que demorei a responder. Usamos um livro só, um que educava mais os pais do que os filhos. Intitula-se 'A Auto-estima do seu filho' de Dorothy Briggs, e o título já diz tudo.
A tese do livro é como agir para nunca reduzir a auto-estima do seu filho: elogiá-lo freqüentemente , ouvir sempre suas pequenas conquistas, festejar as suas pequenas vitórias, nunca mentir ou exagerar neste intento, em suma mostrar a seus filhos seu verdadeiro valor. Ao contrário do que defendem os demais livros, não é uma boa educação, nem disciplina, nem muito amor e carinho, ou uma família bem estruturada que determinam o sucesso de nossos filhos, embora tudo isto ajude.

A sacada mais importante do livro, no nosso entender, foi a constatação que filhos já nascem com uma elevada auto-estima, e que são os pais que irão sistematicamente arruiná-la com frases como: 'Seu imbecil!', 'Será que você nunca aprende?', 'Você ficou surda?'. Jean Jacques Rousseau errou quando disse que "o homem nasce bom, mas é a sociedade que o corrompe". São os próprios pais que se encarregam de fazer o estrago.
Por exemplo: você, pai ou mãe, chega do trabalho e encontra seu filho pendurado na cadeira: 'Desça já seu idiota, vai torcer o seu pescoço'. Para Dorothy, a resposta politicamente correta seria 'Desça já, mamãe tem medo que você possa se machucar'. Primeiro porque seu filho não é um idiota, ele assume riscos calculados. Segundo são os pais, com suas neuroses de segurança, que têm medo de cadeiras.
Quando nossos dois filhos começaram a aprender a pular, entre três e quatro anos de idade, desafiava-os para um campeonato de salto a distância. Depois de algumas rodadas, seguindo a filosofia do livro, deixava-os ganhar. Ficavam muito felizes, mas qual não foi a minha surpresa quando na sétima ou oitava rodada, eles começavam a me dar uma colher de chá, deixando que eu ganhasse. Que lição de cidadania: criança com boa auto-estima não é egoísta e se torna solidária.

Eu não tenho a menor dúvida de que os problemas que temos no Brasil em termos de ganância empresarial, ânsia em ficar rico a qualquer custo que leva à corrupção, advêm de um pai ou uma mãe que nunca se preocuparam com a auto-estima de seus filhos.
Eu acho que políticos, professores e intelectuais, na maioria desesperados em se autopromover, jamais darão dar oportunidades para outros vencerem, como até crianças de três anos são capazes de fazer. A fogueira das vaidades só atinge os inseguros com baixa auto-estima.
Alguns pais fazem questão até de vencer seus filhos nos esportes para acostumá-los às agruras da vida, como se a vida já não destruísse a nossa auto-estima o suficiente.

A teoria é simples, mas a prática é complicada. Uma frase desastrada pode arruinar o efeito de 50 elogios bem dados. 'Meu marido queria que o segundo fosse um menino, mas veio uma menina'. Imaginem o efeito desta frase na auto-estima da filha. Portanto, quanto mais cedo consolidar a auto-estima melhor.

Esta tese, porém, tem seus inconvenientes. Agora que meus filhos são muito mais espertos, inteligentes e observadores do que eu, tenho que ouvir frases como: 'É isto aí Pai', 'Faremos do seu jeito, pai', tentativas bem-intencionadas de restaurar a minha abalada auto-estima.

Stephen Kanitz é pai e também administrador de empresas
Publicado na Revista Veja edição 1 650 de 3 de maio de 2000





Informações sobre o livro mencionado no artigo:



A auto-estima do seu filho

BRIGGS, Dorothy Corkille

MARTINS FONTES

quinta-feira, 3 de março de 2011

O poder dos irmãos




O mais velho, o do meio, o caçula: a ordem de nascimento interfere na personalidade da criança. Pensando em ter mais de um filho? A gente conta como um irmão ajuda o outro a se desenvolver


Por Linda DiProperzio/ Tradução e reportagem de Samantha Melo, PRIMOGêNITA, IRMÃ DE RENATA


Até os anos 80, a média de filhos por mulher no Brasil era de 4,5. Ou seja: era comum o trio irmão mais velho, irmão do meio e caçula. Claro que existiam filhos únicos, mas eram menos comuns: quase todo mundo tinha irmãos. Hoje, é normal que uma criança com irmãos seja vista com certo espanto pelos colegas de escola (ainda mais quando tem mais de um irmão então). Seja por causa da situação financeira, falta de tempo ou prioridades diversas, os filhos únicos e os primogênitos e caçulas são, hoje, em muito maior número. Ainda que esses números tenham subido no final de 2009, pela primeira vez em setes anos, de 1,8 para 1,94, o fato é que as famílias brasileiras têm diminuído cada vez mais.

Essa mudança nas casas brasileiras tem afetado a dinâmica familiar e a personalidade das crianças. Isso porque cada filho tem seu papel dentro da família, e a ausência de um membro acarreta numa distribuição de funções e particularidades. Ou seja, o caçula e o primogênito incorporam algumas ações e facetas da personalidade que são comumente associadas aos filhos do meio.


 O que um irmão pode fazer pelo caçula



Ter um irmão mais velho pode fazer com que o pequeno comece a andar mais cedo, receba mais atenção e muito mais


Por Linda DiProperzio/ Tradução e reportagem de Samantha Melo, PRIMOGêNITA, IRMÃ DE RENATA


Quando o segundo filho nasce, ficamos preocupados com o mais velho: ele pode ter ciúme, o menor pode chorar e acordá-lo, vai querer pegar os brinquedos do outro, mas pesquisa mostra que ter um irmão mais velho por perto pode oferecer uma série de benefícios para o bebê.


Seu bebê pode andar mais cedo


Estudos mostram que mais de 60 % dos segundos filhos andaram mais cedo do que os seus irmãos mais velhos. O motivo? Os bebês normalmente aprendem observando. Além disso, os irmãos mais velhos tornam-se “treinadores”. Por exemplo, Sebastian, pai de três filhos, diz que seu caçula andou aos 8 meses, porque sua irmã e irmãos mais velhos, de 12 e 10 anos, ajudaram o bebê a dar cada passo.

Seu bebê recebe mais atenção


É a tal ordem de nascimento: Um primogênito naturalmente fica mais tempo com seus pais só para eles do que os outros irmãos, então os pais se preocupam e muitas vezes se sentem culpados por ter menos tempo para o próximo filho. Mas não esqueça: o bebê também recebe atenção de sua irmã ou irmão. O primogênito passa a dar muita atenção ao bebê, pois por muito tempo não teve nenhuma pessoa tão interessante por perto.


Seu bebê tem um tradutor


Se seu pequeno precisa de uma fralda limpa, seu filho, muitas vezes, é o primeiro a informá-lo. Os irmãos mais velhos são muito sintonizados com as necessidades do bebê, então eles dizem aos pais, "O bebê está cansado! O bebê quer o seu cobertorzinho”, diz a psicóloga Eileen Kennedy- Moore. Isso é em parte porque o seu primogênito realmente ama e quer ajudar seu irmão menor, mas também porque quer que o bebê pare de chorar! Contanto que o seu filho mais velho não impeça que o seu bebê fale por si mesmo quando ele já for capaz, isso pode ajudar o seu bebê a conseguir o que ele precisa mais rápido.


Seu bebê aprende a se acalmar


Não se preocupe se o pequeno vai ficar sem atenção por alguns minutos enquanto você dá almoço ao mais velho. Ter de esperar um pouco é uma boa lição de paciência. O bebê vai ser mais propensos a aprender a se auto-acalmar.


Seu bebê tem mais chances de aprender


Mesmo simples jogos como esconde-esconde e jogar bola podem impulsionar a capacidade cerebral e, com um irmão mais velho por perto, seu bebê tem um tempo para praticar. Além disso, os bebês prestam atenção ao que lhes interessa, e já que os irmãos mais velhos tendem a ser mais barulhentos, mais ativos e mais imprevisíveis do que os pais, eles são sempre um show à parte.

Seu bebê torna-se mais ativo


Todos os bebês aprendem imitando outras pessoas, mas eles podem, particularmente, amar copiar os irmãos mais velhos. Um estudo recente mostrou que crianças de 1 ano com irmãos mais velhos imitam 50% dos seus comportamentos. Isso é especialmente verdade nas brincadeiras. Irmãos pequenos podem se aperfeiçoar porque seus irmãos mais velhos o ajudam a praticar.


Seu bebê se diverte!


Claro, os bebês gostam de brincar com seus pais, mas irmãos mais velhos brincam de seu próprio jeito. "Meu filho de 8 meses, Keagan, ama suas três irmãs mais velhas. Elas ligam a TV nos canais de desenhos para ele, cantam e até oferecem pequenos lanches." Toda essa brincadeira vai manter seu bebê ocupado e lhe dar um descanso quando você precisar.





O filho do meio costuma ser o mais independente deles. Isso se deve ao fato de que, os primeiros filhos são os mais incentivados e “desbravadores” e os mais novos, os queridinhos e bebês da família. A falta de atenção faz com que eles se sintam livres para passar bastante tempo fora de casa e gostarem de tudo que é externo à família. Além disso, eles são os menos exigentes e os que apresentam um temperamento mais tranquilo, já que não convivem com nenhum tipo de pressão. Por isso, é comum que, em famílias com dois filhos, o caçula assuma esse lado mais independente, já que o irmão mais velho é o que carrega as expectativas maiores dos pais. Já o primogênito tem a tendência de tomar para si a responsabilidade de ser um exemplo para o irmão mais novo, e diminui o seu lado teimoso e bravo.



Ordem especial



Especialistas falam o que você deve saber se tem um filho único ou gêmeos

O filho único


Você provavelmente já ouviu que os filhos únicos crescem egoístas e pouco sociáveis. Não é verdade: filhos únicos aprendem muito com os pais e colegas. De fato, a maioria deles tendem a ser agitados, ambiciosos e articulados, semelhantes aos primogênitos. E já que eles passam tanto tempo com seus pais, interagir com adultos não tem segredo pra eles. O lado ruim é que eles podem ter dificuldades em lidar com crianças da sua idade. Então, estimule-o a passar um tempo com seus colegas desde cedo.


Uma ideia é inscrevê-lo em equipes de esporte, clubes, e outras atividades organizadas.


Gêmeos


Mesmo se eles têm outros irmãos, os gêmeos (e outros múltiplos) geralmente crescem como uma unidade - porque é assim que os outros os veem, diz o Dr. Kevin Leman. O gêmeo primogênito age tipicamente como o filho mais velho, enquanto o que nasceu depois terá traços de um caçula. Fora de casa, no entanto, eles muitas vezes acabam sendo muito parecidos. Assim, incentive a dupla a desenvolver suas próprias paixões. Mesmo que eles prefiram fazer as coisas juntos, é importante que cada um deles estabeleça seus próprios interesses e personalidades.


Muitos especialistas acreditam que a ordem de nascimento influencia nos passatempos que a criança escolhe, nas notas que ele vai ter na escola, e em quanto dinheiro ele vai ganhar quando crescer. Para os irmãos do mesmo sexo, as diferenças em muitos aspectos da personalidade são tão grandes como seria entre um irmão e uma irmã. A ordem de nascimento não é o único fator que interfere no modo como a criança se desenvolve, mas prestar atenção nisso pode ajudar você a entender as personalidades de seus filhos e a ajudá-los a desenvolver, ao máximo, suas potencialidades.

O primogênito


* Primogênitos famosos: Sigmund Freud, George W. Bush, Oprah Winfrey, Jackie Onassis, Winston Churchill, Albert Einstein, Beyoncé Knowles.

* Pontos fortes: Ele costuma ser o centro das atenções: tem o pai e a mãe só para si, ao menos durante um tempinho, até chegarem os irmãos. Os filhos mais velhos ficam cerca de 3 mil horas a mais com os pais (brincando, interagindo, se desenvolvendo...), entre os 4 e os 13 anos, do que o próximo irmão ficará, apontou um estudo da Universidade Brigham Young, em Utah, nos EUA. Muitos pais passam mais tempo lendo e explicando as coisas para os primogênitos. Sabe como é: primeiro filho, a gente quer fazer tudo certinho, como mandam os livros sobre bebê. Não é tão fácil quando outras crianças entram em cena. Essa atenção tempo integral pode estar por trás do fato de os primogênitos terem mais tendência a ser superdotados. Eles também costumam se sair melhor nos testes de QI e geralmente estudam mais anos que seus irmãos, fazendo faculdade, pós, etc. Nos EUA, uma pesquisa feita pelo CareerBuilder.com mostrou que os filhos nascidos em primeiro lugar têm mais chance de ter uma renda de ao menos U$100 mil por ano em comparação com os irmãos.

* Fique atento: O sucesso tem um preço: os primogênitos são daquele tipo que se cobra em excesso, nunca se dão uma folga. Geralmente, têm pânico do fracasso. Para eles, o ótimo é inimigo do bom, sabe como é? Nada que fazem é bom o suficiente. E por temer dar um passo em falso, os mais velhos tendem a ser certinhos e não ultrapassar limites. Eles são geralmente inflexíveis – não gostam de mudanças e hesitam em sair da sua zona de conforto. Além disso, geralmente, os primogênitos assumem mais responsabilidades em casa (você já tem 6 anos, pode levar o prato até a pia!) ou cuidam dos irmãos mais novos (mas lembre-se de que ele é criança e não pode ter a responsabilidade de vigiar o mais novo na piscina, no playground, enfim, você entendeu). O problema é que, com tanta responsa, eles podem ficar mandões. Essa carga pode estressar uma criança que já sente pressão para ser perfeita. "Estou constantemente lembrando a minha filha mais velha, Posy, de que eu sou a mãe e que cuidar de todo mundo é minha responsabilidade, não dela", diz Julie Cole, mãe de 6 filhos. "Não quero que ela seja uma adulta em miniatura".

* Alguns cuidados: Primogênitos sempre recebem muito incentivo, mas também precisam saber que não tem problema se eles não forem os melhores em tudo, de natação a montar quebra-cabeças. Vale a pena contar para seu filho mais velho sobre aquela vez em que você não ganhou o jogo de futebol – qualquer situação em que você tentou algo e as coisas não aconteceram exatamente como você tinha planejado. Mas, por favor, conte histórias com final feliz: ressalte que ficou tudo bem no final e explique como você aprendeu com seus erros. Permita-se cometer erros na frente dele e mostre que não tem nada demais em errar.


O filho do meio


* Filhos do meio famosos: Ayrton Senna, Donald Trump, David Letterman, Anne Hathaway, Joe Jonas, Owen Wilson.

* Pontos fortes: Filhos do meio são do tipo que seguem o fluxo. Quando um irmão mais novo chega, eles precisam aprender a negociar, constantemente, para garantir seu espaço. Não é surpreendente que as crianças do meio sejam mais afáveis do que os seus irmãos mais velhos e também do que os mais jovens. Por receberem menos atenção em casa, filhos do meio tendem a forjar laços mais fortes com os amigos e ser menos ligados à família do que seus irmãos e irmãs. Eles são, geralmente, os primeiros entre os irmãos a viajar sozinhos com a família do amiguinho ou a quererem passar a noite na casa da avó. Tracie Chuisano, mãe de três filhos, percebe essas características no filho do meio: "Eu o deixei ficar na casa de um amigo com 7 anos. Com o mais velho, foi bem mais tarde."

Fique atento: Filhos do meio já foram uma vez o bebê da família, até serem destronados por um novo irmão. Muitas vezes eles acham que não recebem tanta atenção dos pais quanto os mais velhos e não são tão amados quanto os mais novos, e sentem que suas necessidades e desejos são ignorados. Crianças do meio estão em uma posição difícil mesmo, porque eles pensam que não são valorizados. E há algum fundo de verdade para essa angústia: uma pesquisa realizada pelo site TheBabyWebsite.com revelou que um terço dos pais com três filhos admitiu darem ao seu filho do meio muito menos atenção do que aos outros filhos.


* Cuidados necessários: Ache maneiras de colocar o filho do meio no centro das atenções. A maior queixa entre as crianças do meio é que elas não são ouvidas. Mas, com gestos simples - como deixá-la
escolher o restaurante ou o filme que todo mundo vai assistir – podem significar tudo para ela. Grande parte do tempo, os filhos do meio acabam fazendo dos desejos e necessidades dos irmãos, as suas. Então faça o que puder para que ele tenha algum tipo de poder na família.

Os caçulas


* Caçulas famosos: Mahatma Gandhi, Karl Marx, Billy Crystal, Steve Martin, Margareth Thatcher, Cameron Diaz, príncipe Harry, Blake Lively.


* Pontos fortes: Os caçulas, geralmente, não são os melhores alunos da sala. Por isso eles desenvolvem suas próprias maneiras de ganhar atenção. Eles são encantadores (os bebês da família, ainda que já tenham 5 ou 6 anos) e têm espírito aventureiro. Filhos mais novos são mais abertos a experiências novas e a correr riscos do que seus irmãos. Enquanto os mais velhos preferem praticar tênis, os mais novos gostam de futebol.


* Fique atento: Filhos mais novos costumam ser acometidos por aquela sensação de que “nada que eu faço é importante." Nenhum de seus feitos parecem originais. Seus irmãos já aprenderam a falar, ler e andar de bicicleta, antes. E ele é mais um a fazer isso. Assim, os pais tendem a aplaudir com menos entusiasmo as suas realizações e podem até se perguntar: “Por que ele não anda mais rápido?” ou “Acho que o mais velho falou mais cedo”. Filhos caçulas também aprendem a usar o jeitão de bebê para conseguirem o que querem. E também tendem a ser menos disciplinados. É verdade: os pais muitas vezes mimam o menor, dando muito mais desconto do que davam aos mais velhos. "Meu filho mais novo é desligado e não se preocupa com detalhes", diz Christine Kiefer, mãe de cinco filhos. “Esperava mais do meu filho mais velho quando ele tinha a idade que hoje tem o caçula", confessa.

* Alguns cuidados: mimar demais seu bebê pode transformá-lo em um adulto dependente dos outros e despreparado para o mundo. Portanto, não subestime o seu filho. Caçulas são mestres em se safar das tarefas e muitas vezes são vistos como "muito pequenos" para participar de qualquer coisa. Café com leite, aquela coisa... Mas, mesmo uma criança de 2 anos pode fazer algumas tarefas simples, como guardar os brinquedos. Dê a eles responsabilidades de acordo com suas capacidades.
Vai ser bom pra ele. E seja coerente: as regras da casa valem pra todo mundo, incluindo os mais novos.






Consultoria: Maria Cecilia Correa de Faria, mãe de Lu e Beto, é psicanalista familiar e professora-doutora da PUC-SP. TEL.: (11) 3670-8000, www.pucsp.com.br Mariana Chalfon,mãe de Ian e Helena é psicóloga clínica especializada em crianças e adolescentes , com especialização em Jung; Isabela Poli, filha de Jarbas e Lúcia Maria, é psicóloga com especialização em Terapia Sist êmica , e tra balha na Paraná Clínicas Planos de Saúde Empresariais. TEL.: (41) 3340 3000, www.paranaclinicas.com.br


Fonte: http://www.revistapaisefilhos.com.br/comportamento-ate7/1370/o-poder-dos-irmaos

Meu filho não dorme

Amigas, leitoras, mamães, adorei esse texto da revista Pais e Filhos desse mês (fev/2011) e gostaria de dividir com vocês.
Lana.M


Deixar a criança dormir na cama dos pais não a ajuda a crescer, pelo contrário.

A psicanálise infantil relaciona os distúrbios do sono aos sentimentos ambivalentes dos pais em relação à separação. Vários trabalhos descrevem de forma cristalina o impacto dos sentimentos dos pais sobre a separação com os filhos e de como é comunicada a eles.O fato é que, nos dias de hoje, muitas famílias precisam de camas cada vez maiores para acomodar os filhos que abordam o leito do casal como “Piratas do Caribe” e ficam enfiados sob as cobertas. A faixa etária destes acomodados piratinhas está entre os 2 e os 5 anos.


É INTERESSANTE REFLETIR SOBRE AS DIFICULDADES DE MUITOS PAIS EM COLOCAR LIMITES HORÁRIOS E TERRITORIAIS PARA SEUS FILHOS IREM SE DEITAR E TAMBÉM EM DIZER NÃO QUANDO TENTAM DORMIR NA CAMA DELES. OS PAIS TENTAM RACIONALIZAR DIZENDO QUE É GOSTOSO DORMIR JUNTINHOS (ISSO DEVERIA ACONTECER ENTRE MARIDO E ESPOSA) E ACRESCENTAM QUE ESTIVERAM O DIA TODO TRABALHANDO (PARECE QUE ESTÃO PAGANDO UMA DÍVIDA). OUTROS SIMPLESMENTE, ESTIMULADOS POR CERTAS TEORIAS, ACHAM QUE ISSO NÃO TEM NADA DE ERRADO E AINDA BRINCAM, DIZENDO: “QUANDO CASAR, NOSSO FILHOTE VAI DORMIR NA SUA CAMA!”
Na realidade, existe o medo da separação, o sentimento de perda, às vezes até medo da morte. Por isso, muitos pais chegam, várias vezes, ao quarto do filho para ver se ele ainda respira. Os adultos e as crianças, ao deixar-se cair no sono, penetram em um território no qual não se tem mais o controle e ficam reféns de pesadelos tempestuosos. É como se fosse uma viagem a locais amedrontadores e, por isso, desejamos bons sonhos, dormir com os anjos, e todas as expressões que marcam uma partida e um retorno.

Claro que a visão dos pais sobre o sono vai influenciar aquilo que a criança acha sobre essa região nebulosa entre a vigília e o sono. Luz acesa ou desligada, porta aberta ou porta fechada, silêncio ou barulho e solidão ou companhia, são elementos antecipatórios dos prováveis perigos durante o sono. Às vezes, a causa pode ser problemas conjugais, por isso uma boa pergunta a ser feita é: “A serviço de quê ou de quem aparece o problema da noite?”

Uma criança, na cama dos pais, pode esconder um distanciamento que os adultos querem colocar entre si ou evitar o sentimento de solidão de um dos pais e ao mesmo tempo se erige como uma barreira.


Deixar um filho passar as noites com os pais de maneira constante não o ajuda a crescer. Ele não consegue se tornar autônomo ou levantar estratégias para solucionar seus problemas.


Qualquer atitude ou discurso que tentem aplacar os medos ou fantasias infantis não terão o mesmo efeito que deixar a criança viver a experiência, “sobreviver” a ela e sentir orgulho de superar o medo por ela mesma.
Doces sonhos para todos!

Leonardo Posternak - Colunista da revista Pais e Filhos.
http://www.revistapaisefilhos.com.br/colunistas/7

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Membro da Comissão de Educação e Cultura da Câmara



O Deputado Federal Tiririca foi escolhido para ser membro da Comissão de Educação e Cultura da Câmara, cujo presidente é outro ilustre Deputado Federal, Sr. Romário. Somos um país de respeito e que SABE o valor do voto! Só xorandu!
Lana.M

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Einstein e a Escola

Não sejamos tão rigorosos com nossos filhos... se Einstein tinha problemas de fala aos 3, foi reprovado em Línguas Modernas e Botânica ao tentar ingressar na faculdade, tinha problemas de relacionamento na escola, não tinha paciência com as aulas particulares... Por quê esperar tudo isso de nossos filhos?
Ok, ok.. Nem todas as crianças são mini gênios... Mas cuidado...
Lana.M


Com três anos, Einstein tinha ainda dificuldades de fala, o que preocupou os pais; apesar disso, revelou-se um aluno brilhante.[3][4] A juventude de Einstein é solitária. As outras crianças chamam-lhe "Bruder Langweil" (irmão tédio) e "Biedermann" (mesquinho). Aos cinco anos de idade, Einstein recebe instrução de uma professora em casa. Sua instrução termina quando Einstein aborrecido arremesa uma cadeira sobre sua professora. Nesta altura, o seu pai mostra-lhe uma bússola de bolso; Einstein apercebeu-se de que algo fazia flutuar a agulha no espaço e descreveu mais tarde a "impressão profunda e duradoura" desta experiência.[5] Aos seis anos de idade, Einstein tem aulas de violino com Herr Schimied, que a princípio não lhe agradam, terminando por abandoná-las. Mas ao longo da sua vida tocar violino, e em particular as sonatas de Mozart, torna-se uma das suas actividades preferidas.
A 1 de Outubro de 1885, Einstein começa a frequentar uma escola primária Volksschule, escola católica em Munique (uma cidade fortemente conservadora que sempre permaneceu maioritariamente católica, apesar das simpatias iniciais por Lutero, bem cedo combatidas pelos Jesuítas). Os pais de Einstein, por não serem judeus praticantes, não se importaram que o filho frequentasse inclusive a catequese, que agradou bastante a Einstein.[6] Curiosamente Einstein desenvolve sozinho uma fervente judaica e passa a cumprir os rituais judeus incluindo o Shabat e a comida kosher. Einstein era aluno seguro e persistente, no entanto um pouco lento na resolução de problemas. Suas notas estavam entre as melhores da classe, e seu boletim era brilhante, segundo sua mãe Pauline. Durante esses anos obteve as mais altas notas em latim e em matemática.[carece de fontes?]
Uma lenda amplamente divulgada,[7] diz que Einstein teria sido reprovado em matemática quando era estudante, inclusive reproduzida no famoso Ripley's believe it or not! ("Acredite se quiser"). Entretanto quando lhe mostraram um recorte de jornal com esta questão, Einstein riu [carece de fontes?]. "Nunca fui reprovado em matemática", retrucou.[carece de fontes?] "Antes dos quinze anos, já dominava cálculo diferencial e integral" [carece de fontes?].
Aos dez anos, Albert conhece Max Talmud, um jovem estudante de medicina que costuma jantar com a família Einstein. Max foi uma influência importantíssima na vida de Albert porque o introduziu, apesar da sua tenra idade, à leitura de importantes obras científicas e filosóficas, como por exemplo Os Elementos de Euclides ou a Crítica da Razão Pura de Kant. Em consequência dos seus estudos sobre ciência, Einstein abandona completamente a fé judaica aos doze anos.[carece de fontes?]
Einstein estudou cálculo diferencial e integral dos doze (idade em que ganhou de seu tio um livrinho de geometria euclidiana) aos dezesseis anos de idade. Mais tarde frequentou o Luitpold Gymnasium (equivalente à escola secundária) em Munique até aos quinze anos. Este período para Einstein foi de intensa religiosidade, motivada pela escola. O seu pai pretendia que Einstein estudasse engenharia eléctrica, mas este incompatibilizou-se com as autoridades e o regime escolar. Descreveria mais tarde como o pensamento criativo e a aprendizagem eram perdidos com a utilização de aprendizagem por memorização.[carece de fontes?]
Entretanto, os negócios do pai de Einstein começam a correr pior do que se esperava. Há uma grande concentração da indústria do sector eléctrico. Como é típico com os mercados tecnológicos, após o período de grandes números de empresas pequenas e inovadoras, há um ciclo de reestruturações e concentração. Hermann Einstein vê-se obrigado a largar o controle da sua empresa de Munique. A firma é comprada em 1894 pela AEG (Allgemeine Elektrizitätsgesellschaft). Poucos anos depois, em 1910, existiriam apenas duas grandes empresas no sector: Siemens & Halske e a AEG.[carece de fontes?]

[editar] Itália

Em 1894 Hermann Einstein muda-se com a família para Itália, primeiro para Milão e, alguns meses mais tarde, para Pavia. Ele tencionava abrir ali um novo negócio no setor elétrico com o dinheiro de que dispunha, uma ideia que acabaria por levá-lo à falência.[carece de fontes?]
O jovem Albert Einstein (tem quinze anos) permanece em Munique por mais uns meses ao cuidado de familiares, a fim de terminar o ano letivo. Einstein porém fica deprimido por sentir-se só e parte para junto de sua família na Itália. Einstein escreveu neste período o seu primeiro trabalho científico: "A Investigação do Estado do Éter em Campos Magnéticos".[8]

[editar] Suíça

Em 1895, decide entrar na universidade antes de terminar o ensino secundário. Com esse objectivo fez exames de admissão à ETH Zürich (Eidgenössische Technische Hochschule, Universidade Federal Suíça em Zurique), mas é reprovado na parte de humanidades dos exames.[9] Einstein descreveu que foi nesse mesmo ano, aos dezesseis anos de idade, que realizou a sua primeira experiência mental, visualizando uma viagem lado a lado com um feixe de luz.[10] Foi então enviado para a cidade de Aarau no cantão suíço de Argóvia para terminar a escola secundária, onde estudou a teoria electromagnética de Maxwell. Em 1896 recebe o seu diploma.
Em 1896, Einstein (com dezessete anos de idade) renuncia à cidadania alemã com o intuito de assim evitar o serviço militar alemão. [carece de fontes?]

O casal Albert e Mileva.
Cursou o ensino superior na Suíça, na ETH Zürich, onde mais tarde foi docente. Concluiu a graduação em Física em 1900.[11] Também em 1900, conheceu Michele Besso, que o apresentou às obras de Ernst Mach. No ano seguinte, publicou um artigo sobre forças capilares no Annalen der Physik,[12] uma das mais prestigiadas publicações científicas em Física.
Pede então a naturalização suíça, que receberia a 21 de Fevereiro de 1901. Pagou os vinte francos suíços que o seu passaporte custou (uma quantia considerável) com as suas próprias poupanças. Nunca deixaria de ser cidadão suíço.[13] Nas inúmeras viagens que faria no futuro, Einstein usaria o seu passaporte suíço.
A 6 de Janeiro de 1903 casou-se com Mileva Marić, sem a presença dos pais da noiva. Albert e Mileva tiveram três filhos: Lieserl Einstein, Hans Albert Einstein e Eduard Einstein. A primeira, presume-se que tenha morrido ainda bebé ou que tenha sido dada para adoção, o do meio tornou-se um importante professor de Hidráulica na Universidade da Califórnia e o mais jovem, formado em Música e Literatura, morreu num hospital psiquiátrico suíço.[

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Do Fracasso ao Sucesso!

Do Fracasso ao Sucesso!

Thomas Alva Edison fracassou, aproximadamente, dez mil vezes enquanto trabalhou na invenção da lâmpada elétrica. Registrou e catalogou 1.903 inventos.

Henry Ford estava falido aos quarenta anos. Sua empresa é até hoje uma das maiores montadoras do mundo.
Lee Iacocca foi demitido por Henry Ford II aos 54 anos e pós esse episódio salvou a Chrysler da falência e se tornou famoso no mundo inteiro, além de milionário, como o executivo mais bem pago do Planeta, com um salário anual de 19 milhões de dólares.
Disseram ao jovem Beethoven que ele não tinha talento para a música, mas ele ofereceu ao mundo sua grande obra.
Albert Einstein foi expulso do colégio por ser briguento e questionador querendo freqüentar mais os laboratórios do que as aulas. Até hoje o mundo se curva as suas descobertas.
Voltando a Thomas Edison, em 1914 aos 67 anos, perdeu sua fábrica num incêndio. O seguro era baixo. Não sendo mais jovem, perdeu tudo. Ele disse na época: "Há muito valor no desastre. Todos os nossos erros aí são queimados. Graças a Deus podemos começar de novo". Apesar de tudo, três semanas depois, ele inventou o fonógrafo. Que motivação! Que humor! Que atitude!
Os reveses na vida são inevitáveis. A vida não é feita só de sucesso e este é construído no fracasso. Aprenda a ser vencedor, não vítima. O medo e a dúvida provocam um curto-circuito na mente.
As batalhas da vida nem sempre surgem para o homem mais forte e mais rápido... Porém, mais cedo ou mais tarde, aquele que vence é aquele que crê que pode, que acredita que consegue. Viver sem usar a capacidade de pensar é como atirar sem fazer mira.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Gilclér Regina

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

The Advantages of Bilingualism

The Advantages of Bilingualism

Dr Kathie F Nunley
June, 2010
Many of our students may be unaware that they bring with them, one of the strongest cognitive advantages to learning. They are fortunate enough to be bilingual. The ability to speak more than one language is one that offers many cognitive rewards now and into old age.
People who speak more than one language fluently throughout their life have better problem solving skills, better attention, improved executive function and reduce the risk and severity of Alzheimer's, dementia, and other brain deterioration issues.(Bialystok, 2004, 2010) Children who are bilingual may have some benefit in learning to read due to a stronger working memory. (Swanson, 2006)
Speaking more than one language is more complex than we first thought. Bilingualism requires a fundamental reorganization of the entire language system in the brain. Having more than one language housed in the brain puts tremendous pressure on the pre-frontal cortex, that area of our brain that deals with working memory and executive function. For this reason, brains of persons who are bilingual have a constant mental workout in this particular brain region, (Penn, 2010). The result is no different than what happens when you work out any area of the body - strength and increased efficiency.
The reasons for this appear to be multiple. First, if you are fluently bilingual, the areas of the brain that operate both languages are operating all the time. This is true, even if you remain in a mono-linguistic environment. For example, if you speak both Portuguese and English fluently, but work in an English speaking school and live in an English speaking community so that all day long you hear and speak nothing but English, the area of your brain responsible for Portuguese is still running as you speak and listen to English. Both areas run in tandem.
The areas of dual language are very much intertwined and organized by the brain region responsible for executive function. Apparently the lexicons of the languages are partially shared and handled by the prefrontal cortex. We can see this in instances of aphasia. Aphasia is a condition where language, or parts of language are lost, usually due to a head trauma. Occasionally the aphasia results in a very select deficit in just one area of lexical processing. For example, a person may lose the ability to speak nouns or just verbs, or even just past tenses of verbs. When this type of injury happens to a bilingual person, they lose the specific grammatical class in both languages. In other words, if you speak both French and English and can no longer say any nouns, you have lost that ability in both languages. (Mozzo, 2010) I'll mention here too, that recovery is faster and more complete for this condition if you are bilingual. (Penn, 2010)
New research is also showing us how critical language is to the formation of cultural self. A person's cultural belief system and autobiographical recounts are influenced and accessed differently through different language. Bilingual children who were interviewed in both of their languages had different stories, memories and personal reports based on which language was used in asking the question. (Wang, 2010)
So, what does this mean for bilingual students in our classrooms? Help them understand this incredibly valuable gift they bring with them to school. Encourage them to continue to use, speak and read, whenever possible, in both of their languages. Ask them questions that they can respond to in either language. Have them share stories, recall information and learn in both languages: "Tell me in English what you remember learning about the water cycle, and then tell me again in Luganda." Encourage their bilingualism. Help them celebrate their gift.
Citations
Bialystok, Ellen. (2010). Global-local and trail-making tasks by monolingual and bilingual children: Beyond inhibition. Developmental Psychology, Vol 46(1), 93-105.
Bialystok, E.; Craik, F.; Klein, R. & Viswanathan, M. (2004). Bilingualism, Aging and Cognitive Control. Psychology and Aging, Vol 19(2), 290-303
Miozzo, M.; Costa, A.; Hernández, M; Rapp, B. (2010). Lexical processing in the bilingual brain: Evidence from grammatical/morphological deficits. Aphasiology, Vol 24(2), 262-287
Penn, C.; Frankel, T.; Watermeyer, J.; Russell, N. (2010). Executive function and conversational strategies in bilingual aphasia. Aphasiology, Vol 24(2), 288-308
Swanson, H., Saez, L. & Gerber, M. (2006). Growth in Literacy and Cognition in Bilingual Children at Risk or Not at Risk for Reading Disabilities. Journal of Educational Psychology, Vol. 98(2), 247-264.
Wang, Qi; Shao, Yi; Li, Yexin Jessica (2010). "My way or mom's way?" The bilingual and bicultural self in Hong Kong Chinese children and adolescents. Child Development, Vol 81(2), 555-567.
Kathie F. Nunley is an educational psychologist, author, researcher and speaker living in southern New Hampshire. Developer of the Layered Curriculum® method of instruction, Dr. Nunley has authored several books and articles on teaching in mixed-ability classrooms and other problems facing today's teachers. Full references and additional teaching and parental tips are available at: http://Brains.org
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sábado, 27 de novembro de 2010

20 Super Dicas da CRIS POLI

20 Super Dicas da Cris Poli - Super Nanny

::::::::::::::::::::::20 Superdicas de Cris Poli:::::::::::::::::::::
1- Aproveite o verão para tirar as fraldas de seu filho se ele já estiver pronto para essa mudança.. Se os pais estiverem de férias, melhor ainda! O calor e o tempo livre são grandes aliados para essa tarefa.

2- Tempo de qualidade é muito melhor do que quantidade de tempo. Organize o tempo que vocês, pais, tem disponível para ficar com os filhos de tal maneira que seja um refrigério e um momento de alegria e de paz. Programe brincadeiras, jogos, filmes, leitura de histórias ou simplesmente compartilhar o dia de cada um.

3- Dentro da rotina da família estabeleça um horário para as crianças dormirem e deixem um tempo livre para o casal. Separem esse tempo para colocar os assuntos em dia, resolver situações, ter um tempo a sós e também namorar!

4- O casal precisa sair sozinhos para passear, ir ao cinema, jantar fora ou dar uma caminhada. È importante resgatar esses momentos a dois para evitar que o relacionamento se desgaste com a correria do dia a dia. Com certeza tem uma avó ou tia ou algum amigo ou babá disponível para que isso aconteça. Coloque isso como alvo semanal.

5- Pais, vocês tem autoridade sobre seus filhos e a responsabilidade de educá-los. Não delegue essa autoridade nem transfira essa responsabilidade para outra pessoa. Avós, tios, empregadas e babás são colaboradores.

6- Se vocês precisam deixar seus filhos com avós, tios, empregada ou babá, devem determinar claramente quais são as regras da casa e quais são as orientações para tratar com as crianças durante sua ausência.

7- Explique aos filhos que enquanto você não está em casa, eles devem obedecer à pessoa que ficou tomando conta deles, para evitar atitudes de desobediência porque “Você não é minha mãe” ou “Você não manda em mim”.

8- As regras e os métodos de disciplina e incentivo valem 24 horas por dia e dentro e fora de casa. Deixe isso bem claro com as crianças na hora de estabelecer os limites.

9- Se a desobediência acontecer fora de casa o procedimento é o seguinte: Abaixe ao nível da criança, faça contato visual, explique a regra que quebrou e dê uma advertência. Se repetir a desobediência faça o mesmo e avise que chegando em casa irá para o cantinho da disciplina. Cumpra com o determinado!!!

10- Ao aplicar a disciplina não perca a calma, não se irrite, não grite ou ameace. Você não está castigando, mas está ensinando.

 
11- Elogie seu filho cada vez que ele obedeça a uma regra ou faça alguma coisa certa. O elogio é muito importante para melhorar a auto estima da criança (e do adulto também!!)
12- Não reprove cada atitude errada da criança, se tiver que corrigir faça-lo mostrando o jeito certo e não destacando o errado. A constante reprovação inibe a criança e a deixa insegura.

13- Planeje todos os dias para ter um tempo de qualidade com seus filhos, é muito importante para eles, e para você mãe/pai também. Usufrua de brincadeiras gostosas e de conversas animadas.

14- Conheça seu filho e descubra os talentos que há dentro de cada um deles. Desenvolva esses talentos e você terá grandes surpresas ao ver o potencial que está escondido dentro deles.

15- Determine diariamente os períodos em que seus filhos estarão assistindo tv, ou usando o computador ou jogando vídeo game, e conheça o que eles estão assistindo ou acessando ou jogando. Vocês pais são os que estão no comando de suas casas.

16- A partir dos 8 anos o “cantinho da disciplina” pode ser substituído pela “área da reflexão”. As regras são iguais (primeiro advertência e depois 1 minuto por ano de idade no lugar determinado) e você deve escolher um espaço longe da circulação de pessoas.

17- Determine o horário de dormir das crianças e deixe um tempo antes de deitar para conversar com seu companheiro, colocar os assuntos em dia, decidir sobre a educação dos filhos e também namorar!

18- Os pais devem se organizar para sair sozinhos pelo menos uma vez cada 15 dias (uma vez por semana seria bem melhor!). Deixem os filhos com uma avó, ou tia ou amiga ou babá e saiam para desfrutar um do outro.

19- Ensine a seu filho a comer sozinho usando os talheres adequadamente e experimentando os diferentes sabores da comida. Dá mais trabalho mais é importante para o desenvolvimento dele.

20- Conte uma história para seu filho antes de dormir em vez de deixar que ele adormeça assistindo tv. Ele dormirá mais calmo e melhor.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O doce delírio de ser mãe.


O doce Delírio..

 
Quem não é mãe talvez não veja nehuma coerência no longo diálogo abaixo. Entretanto qualquer mãe entenderá e lerá nas entrelinhas o que os personagens estão pensando e sentindo. Essa conversa é verdadeira e se passou entre meu filho e Eu. Espero não leva-los ao sono. Mas gostei muito de transcreve-lo. Claro que deixei breve os momentos de choro que, por vezes, parecem durar séculos.kkk


Mãe?
Acordei.
Quero leite.
Aqui filho.
Nossa que abraço gostoso.
Quer brincar comigo?
Aaaaaah! Esse Ben 10 tá com a perna quebrada!
Espera, vou pegar a cola para você.
Posso comer chocolate?
Filho, daqui há pouco será hora do almoço.
Mais eu querooo!
Não, agora não.
Ah manhêêê.. eu querooo.. ahhhhhhhhh, ahhhhhhh, ahhh
Filho, quer montar um quebra-cabeças?
Eu quero chocolateeeeee!
Nossa mamãe, difícil achar essa peça, né?
Mamãe, eu te amo.
Super-heróis,
quebra-cabeças,
Pula Pirata,
Max Steel,
muitos livros...
Filho, come a salada.
Não! Não gosto!
Mas voce nunca experimentou essa.
Não gostooo!
Posso comer chocolate?
Termine de almoçar.
Eu não quero suco. Quero Coca.
Tá. bebe o suco e depois te dou Coca.
Hummm, gostoso esse chocolate.
Não quero Coca. Quero água.
Mãããe? Cadê a minha garrafa do spiderman?
Não sei. Pergunta para a Maria
Fecha a geladeira!
Mãe, soltei um pum! eu gosto do cheiro do meu pum! kkk
Filho! Ecaaaa!kkkk
Levanta o braço.
Eu não quero por o uniforme! Eu não quero ir para a escola!
Filho, lembra que mamãe falou que todas as crianças vão para a escola aprender um monte de coisas legais? Lembra dos bichos do fundo do mar que você me contou?
Eu não quero ir para a escolaaaa! Ahhhhhhhhhhh Ahhhhhhhh
Cadê a chave do carro? Ai Meu Deus! Como consigo sempre perde-la?
Mããããe, posso dirigir? Tem polícia? (fungados)
Não filho, é perigoso. Sim, tem policia na rua.
Eu não quero ir para a escola!
A mamãe mais tarde vem te buscar.
Mamãããe! Nossa é novo?
O quê filho?
Isso. (aponta)
A o vestido? Não filho. É que como é longo a mamãe não usa muito.
Nossa voce tá linda. parece uma princesa!
KKKK. Venha cá seu galanteador.
kkkkk
kkkkk Ai mãe voce tá me apertandooo kkkkk
Mãããe! Sabia que hoje joguei basquete com o irmao do Henrico?
Nossa filho, que legal! Foi divertido? Quem ganhou o jogo?
Foi. O Pedro mãe.. mas as vezes a gente ganha, as vezes a gente perde, né mãe?
kkkk é filho.
Mãe, eu te amo.
Também te amo filho.
Por que ninguém veio me buscar?
Como assim ninguém? E eu?
Não mãããe.. a Júlia, O Arthur, a Dafne... a Bruna?
Não deu filho, a mamãe teve de sair hoje.
Mãe, posso ir no parquinho? Pode filho.  Mas daqui há pouco vamos subir para tomar banho.
Ahhh .. Mãããe. Eu não quero tomar banho.
É né filho? Mas tem de tomar.
Cuidado para não bater nas pessoas com a bicicleta!
Gooool!
Parabéns filho!!!
Nossa filho como você tá altoooo!
Mãe, olha. Eu sei ir sozinhoooo.
Nossaaaa, quem te ensinou filho?
A Laisa.
kkkk... vamos subir?
Não mãe, eu não quero.
Rodrigo está na hora. Vamos. Vai todo mundo subir também.
Ahhhhh. Eu não quero subiiiiiiiir. Ahhhhhh, Ahhhhhh
Ai filho! Agora vamos parar no 6 andar! Não aperta os outros botões se não vamos parar em todos os andares.
Mãe, eu posso assistir a toooodos os episódios do Marvel Heroes?
Pode assistir um.
Ah mãe... ahhhh,,ahhhh
Se continuar chorando vou desligar a TV.
Ah mãe por que voce desligou?
Vai parar de berrar?
Eu já parei, oh!
Pronto agora vamos tomar o banho.
Não.
Rodrigooooo
1,2,3,4,5
Vai ser do seu jeito ou do meu jeito?
Rodrigo, larga essa cama.
Não, eu não vou tomar banho.
Eu não queria tomat banhooooo.
Mãe posso colocar o Max Steel na banheira?
Pode filho.
Eu não quero xampu!
Eu falei que não queria xampu!
Mãe, olha os meus dentes! Limpinhos! Tirei toda a bactérias, né mamãe?
UAU, filho, você escova melhor do que eu!
Eu tirei o Tártaro?
kkkk.. nossa tirou tudinhoo!
Mãe... To com friiiiio.
Ahhh. eu não quero dormir.
Mas voce não vai dormir agora.
Mas voce pegou meu pijama!
Filho, é que daqui há pouco estará na hora de dormir.
Mas por que? Não tá noite ainda. Olha! Lá fora. Tá sol!
Filho, já são sete horas.
Mas tá dia ainda!
Eu não to cansado.
Vamos ler um livro?
Sim, sete livros!
Ok. Qual voce quer primeiro?
Super-Heroes
Ok. Num planeta distante chamado Krypton....
Shark in the Park, Good night Baby Bear, Happy Birthday moon, Porcollino, The Ugly Duckling...
Ei por que voce apagou a luz?
Tá na hora de dormir.
Não to cansado.
Entao deita, fecha os olhos que mamãe vai contar uma estória do menino chamado Pipo.
Eu não quero dormir.
Sabia que o Pipo conheceu o Batman um dia? Quer que eu te conte?
Como, mamãe?
Um dia quando o Pipo...
Nossa, ele morava perto do Batman?
Mãe?
O quê filho?
Você vai ficar velhinha logo?
Nããão filho. A mamãe é jovem. kkkk
Mas eu não quero que você fique velhinha.
Filho, todos nós ficamos velhinhos. Mas não se preocupe com isso. A mamãe vai ficar velhinha e vc vai ficar velhinho junto também!
Mãe, eu não quero que você morra.
Filho, todo mundo morre um dia. Mas falta muuuito tempo para a mamãe morrer. Quando você crescer voce vai entender isso.
Mãe?
Quê?
Existe uma pessoa que possa trazer a outra de volta?
Sim filho. Os médicos podem salvar vidas.
É mamãe? Quem é o médico?
Sim filho. Eles são meninos que viram adultos e estudam para quando as pessoas estão doentes cura-las e muitas vezes salva-las de morrer.
Mas filho, voce não precisa se preocupar com isso, ok? Porque nós somos jovens e quando voce estiver maior e crescer vai poder entender melhor.
Mãe?
O quê filho?
Eu te amo.
Também te amo filho!
Vamos dormir?
Filho?
Zzzzzzzzz...Essa conversa aconteceu 90% em Inglês fiz a tradução para que mais pessoas pudessem ler.

 


 O amor que sentimos pelos filhos nos faz querer poder ser qualquer coisa, não? Inclusive ser uma pessoa melhor.

Lembram do filme "Melhor Impossível" com Jack Nicholson? Pois é. Um personagem cheio de manias que ao encontrar o amor se declara: "Loving you makes me want to be a better person". Nunca mais esqueci da frase. Achei linda. Acho que ela traduz o amor, simples e perfeitamente.

Amo meu filho, amo ser mãe e quero muito sempre ser uma pessoa melhor. Por mim, para ele, por ele.

Rodrigo, eu te amo!
Lana.M

Ao leitor (a)

Obrigada por prestigiar meu blog.

Leia também meus posts anteriores. Todos os textos encontram-se divididos entre os MARCADORES na coluna à direita!

Comente, opine. Adoraremos ouvir o que você tem a dizer! :)

Lana M.